Categoria -Cadeias produtivas

A Cessão de crédito (risco sacado) e a CVM

Risco sacado e a CVM
Operações conhecidas como “cessão de crédito”, “confirming”, “forfait” ou “risco sacado” estão sendo realizadas por muitas empresas brasileiras para ajudar no acesso ao crédito dos seus fornecedores. Essas operações funcionam desta forma: o banco antecipa um título a receber de um fornecedor na data que for solicitado, avalia o risco da operação de crédito com a empresa-âncora, que deve pagar diretamente ao banco na data de vencimento estabelecida.

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Comparativo: Risco Sacado X FIDC X Desconto Dinâmico

Micro e pequenas empresas são parte essencial da cadeia produtiva brasileira, ao participar desde a produção de insumos, passando pela venda de matéria prima, até a compra e revenda de produtos para que eles cheguem as mãos do consumidor final. Com a dificuldade financeira e burocrática para acessar capital de giro, como já falamos por aqui, o endividamento dessas empresas alcançou o recorde em 2014, conforme dados também já apontados no nosso blog. Tendo em vista o cenário sistêmico em que estamos inseridos, procurar novas soluções para o problema de capital de giro das MPE’s é fundamental não só para alimentar a cadeia produtiva, como também para uma melhora geral na nossa economia.

Na tentativa de solucionar o problema de capital de giro das empresas, alguns novos produtos surgiram no mercado, como o Risco Sacado, o FDIC, e também a solução Quartilho de antecipação de recebíveis (desconto dinâmico). Continue lendo

Como o endividamento dos seus fornecedores pode prejudicar toda a economia?

O enfraquecimento da economia brasileira no ano de 2014 elevou o nível de endividamento das empresas no país, alcançando o recorde de 3,57 milhões de empresas com dívidas na nação. O número da pesquisa da Serasa Experian, refere-se ao cenário de julho de 2014, e chega a ser 6,56 milhões a mais que 2012, época na qual se iniciaram os estudos. O levantamento aponta ainda que pequenas e médias empresas tem um maior nível de endividamento quando comparadas a grandes empresas, chegando a 91% de empresas inadimplentes. Continue lendo

Impacto do capital de giro no Custo Brasil: como isso afeta os negócios?

O “Custo Brasil” é uma expressão que tem sido frequentemente apontada como a principal causa da perda de competitividade da economia, e sobretudo, da perda de competitividade do setor industrial.

Apesar da importância atribuída ao Custo Brasil, trata-se de um conceito pouco compreendido. Este artigo tem como objetivo trazer esclarecimento sobre o assunto e apresentar como o custo de capital de giro impacta a competitividade das empresas.

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Como ajudar sua cadeia produtiva a se defender da crise econômica?

Vários estudos divulgados recentemente apontam para um cenário econômico de recessão em 2014 e 2015. Indicadores econômicos também apontam na mesma direção: o IPCA acumulado nos últimos 12 meses é de 6,49%, topo da meta do Banco Central. O PIB recuou 0,2% no primeiro trimestre e recuou 0,6% no segundo trimestre de 2014.  Com isso, o país enfrenta uma “recessão técnica”, quando há dois trimestres consecutivos de queda da atividade econômica. Além disso, a taxa SELIC passa por uma trajetória de alta desde Janeiro de 2013. Existem várias consequências deste cenário, e uma delas é que ofertas de financiamento vão diminuir e ficar mais caras, com exceção de alguns setores específicos foco de Programas Governamentais.

As pequenas e médias empresas no Brasil geralmente estão atreladas e são dependentes das grandes empresas. Quando a economia desacelera, grandes empresas, que geralmente estão na ponta da cadeia, são as primeiras a sentir o impacto e acabam repassando para seus fornecedores. PMEs são os que sofrem mais neste contexto, porque não possuem a mesma estrutura financeira robusta das grandes empresas, essenciais para enfrentar recessões. Acabam passando por dificuldades, reduzindo a qualidade dos produtos ou serviços, e até mesmo fechando as portas. Continue lendo

Cadeias produtivas: o que custa ao fornecedor, custa ao comprador

Não existe hoje no mundo uma só grande empresa que trabalhe de forma isolada, produzindo todos os insumos e executando todas as tarefas necessárias à prestação do seu serviço ou desenvolvimento do seu produto final. Quando falamos de grandes empresas, automaticamente pensamos em grandes redes de empresas de tamanhos variados conectadas entre si, formando cadeias produtivas. Continue lendo