Categoria -Tesouraria

Tesouraria 2.0 – Novas rotas tecnológicas

Tesouraria 2.0 - Novas rotas tecnológicas

O setor de tesouraria é o responsável por administrar todos os recursos de uma empresa. Com a evolução dos processos nas organizações, o ambiente empresarial tem ficado cada vez mais competitivo e a tesouraria não poderia ficar de fora destas mudanças. O setor tem buscado aperfeiçoar cada vez mais a sua produção com as melhores práticas de realização das rotinas.

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A Cessão de crédito (risco sacado) e a CVM

Risco sacado e a CVM
Operações conhecidas como “cessão de crédito”, “confirming”, “forfait” ou “risco sacado” estão sendo realizadas por muitas empresas brasileiras para ajudar no acesso ao crédito dos seus fornecedores. Essas operações funcionam desta forma: o banco antecipa um título a receber de um fornecedor na data que for solicitado, avalia o risco da operação de crédito com a empresa-âncora, que deve pagar diretamente ao banco na data de vencimento estabelecida.

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Qual o passo a passo para criar um Programa de Antecipação de Recebíveis para seus fornecedores de excelência?

programa de antecipação de recebíveis

Imagino que você já está convencido da importância de se oferecer condições interessantes para que os seus fornecedores recebam com o menor prazo possível,  certo?  Se não, leia este post

Se sim, vamos compartilhar com você qual é o passo a passo para estruturar um bom programa de antecipação de recebíveis. Vamos lá!

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Saiba por que o Risco Sacado está deixando de ser usado

Saiba por que o Risco Sacado está deixando de ser usado

Muitas empresas já identificaram a necessidade de ajudarem os seus fornecedores no acesso ao crédito, mais especificamente ao capital de giro. Em âmbito nacional, existem produtos no mercado financeiro que tentam solucionar este problema. Os principais são: Desconto de duplicatas, Empréstimo, FIDC e Cessão de crédito (risco sacado).

Neste texto abordaremos especificamente a cessão de crédito, operação denominada de “forfait”, “confirming”, “risco sacado”, ou também “securitização do contas a pagar”.

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Antecipação de recebíveis: 8 razões para automatizar o processo!

8 razões para automatizar o seu processo de antecipação

As empresas que tomaram a iniciativa de iniciar os seus próprios programas de antecipação de recebíveis para seus fornecedores enfrentam inicialmente alguns desafios:

  • Grandes compradores (empresas âncoras de grandes cadeias) normalmente possuem milhares de fornecedores. A negociação diária pode se tornar um problema operacional.
  • As áreas de Tesouraria/Contas a pagar são enxutas e não possuem equipe disponível para realizar a negociação direta.
  • As soluções existentes no mercado são caras, burocráticas e ineficientes (ex: FDIC; Risco Sacado/cessão de crédito).
  • Apesar de reconhecer a importância de uma cadeia forte, a antecipação de recebíveis não é business dos compradores e por isso acaba sendo colocada em segundo plano.

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3 razões para antecipar os pagamentos aos seus fornecedores

 

3 razões para antecipar os pagamentos aos seus fornecedores

É crescente o número de empresas que estão revendo os seus paradigmas de gestão financeira. Hoje vamos destacar a busca constante pelo alongamento do prazo médio de pagamento aos fornecedoresNa última década percebemos um movimento a começar pelos EUA, de grandes empresas (principalmente as varejistas) reavaliando este conceito.

Essas companhias vêm tomando a iniciativa de criar os seus próprios programas de antecipação de pagamento aos seus fornecedores, inclusive com apoio do governo. Já vemos este movimento dando seus primeiros passos no Brasil, como é o caso do WalMart, do Grupo Pão de Açúcar, entre outros. Continue lendo

Decisões da tesouraria: aplicar a sobra de capital ou negociar a antecipação de recebíveis?

Uma boa gestão de caixa está diretamente ligada às decisões da tesouraria. Gerir bem o caixa da organização evitando que alguma obrigação deixe de ser paga. Isso é obviamente um fator de extrema importância para qualquer empresa. Um bom gerenciamento envolve necessariamente as melhores decisões em relação aos saldos da empresa. Continue lendo

Como o endividamento dos seus fornecedores pode prejudicar toda a economia?

O enfraquecimento da economia brasileira no ano de 2014 elevou o nível de endividamento das empresas no país, alcançando o recorde de 3,57 milhões de empresas com dívidas na nação. O número da pesquisa da Serasa Experian, refere-se ao cenário de julho de 2014, e chega a ser 6,56 milhões a mais que 2012, época na qual se iniciaram os estudos. O levantamento aponta ainda que pequenas e médias empresas tem um maior nível de endividamento quando comparadas a grandes empresas, chegando a 91% de empresas inadimplentes. Continue lendo

Qual o impacto do spread bancário nos negócios?

Segundo o Sebrae/NA, pequenas e médias empresas correspondem a 99% das 6,4 milhões de empresas do Brasil. Isso significa mais de dois terços das ocupações do setor privado. Pequenos negócios formam a espinha dorsal da economia brasileira, e o aumento da sua lucratividade pode impactar todo o país. Qual o impacto negativo do spread bancário na participação de mercado e rentabilidade de PMEs no Brasil? Continue lendo

Tesouraria: Você está satisfeito com a remuneração do capital?

Nos dias de hoje, quando se pensa em aplicações financeiras para grandes empresas, as opções consideradas são aquelas baseadas em CDI, tidas no mercado como “isentas de risco”. A história tem nos mostrado que qualquer outro tipo de aplicação se revela demasiadamente arriscada às empresas. Algumas inclusive, geralmente são proibidas pela política de investimentos da companhia, como por exemplo o investimento em ações. Mas será que investimentos baseados em CDI são de fato as únicas opções para remunerar o capital? Continue lendo

O protagonismo da Tesouraria

Em 2004, produzir no Brasil era 3% mais barato do que nos Estados Unidos. 10 anos depois, é 23% mais caro! A conclusão é de um novo estudo da consultoria BCG (Boston Consulting Group) sobre custos nas 25 maiores economias exportadoras do mundo.

Estudos como estes apontam fortemente a perda de competitividade do país no cenário internacional, o que impacta diretamente a lucratividade das empresas. Vale lembrar que este estudo não contemplou outras mazelas brasileiras que também impactam a nossa competitividade, como o Custo Brasil.

Neste cenário, é fundamental que as empresas tentem buscar no ambiente interno alternativas para aumentar a sua produtividade, assim como a sua rentabilidade. Investir em projetos inovadores que consigam gerar diferenciais competitivos é sempre uma alternativa interessante! Continue lendo